TEP e TVP no PS
PSTromboembolismo venoso

Etapa 1 · Anamnese e exame físico

Estabilidade e probabilidade clínica de TEPProbabilidade clínica de TVP

Paciente

Peso, idade, sexo e creatinina alimentam os escores, o corte do D-dímero, o ClCr e as doses.

Sexo

Sinais vitais

Estabilidade hemodinâmica

Qualquer critério define suspeita de TEP de alto risco e muda todo o fluxo.

Sinais de alarme

Apresentação

Sugestivo: dispneia súbita ou piora sem outra causa, dor torácica pleurítica, síncope ou pré-síncope (≈ 17%, associada a instabilidade e falência de VD), hemoptise, taquicardia, hipoxemia, sinais de TVP. Pode ser assintomático e achado incidental.

Diferenciais: síndrome coronariana aguda, dissecção de aorta, pneumotórax, pneumonia, IC descompensada, tamponamento.

Apresentação

Sugestivo: dor e edema são os achados mais comuns; todo edema assimétrico de membro inferior deve ser investigado. Também eritema, cianose, dilatação venosa superficial, calor e empastamento muscular. Só 20–40% dos quadros sugestivos se confirmam, e 20–50% das TVP extensas são oligossintomáticas.

Diferenciais: celulite, cisto de Baker roto, hematoma ou ruptura muscular, linfedema, tromboflebite superficial, compressão extrínseca (linfonodos, massa pélvica, May-Thurner).

Fatores de risco

Classificam o evento como provocado ou não provocado e definem a duração do tratamento (etapa 4).

Probabilidade pré-teste

PERC

Regra de exclusão sem D-dímero, só para probabilidade baixa (Wells < 2 ou Genebra 0–3) e fora da gestação. Com os 8 critérios ausentes, o TEP está excluído. Não consta na diretriz brasileira (Kline 2004; ESC 2019).

Escore de Wells para TVP